"Um Coração que não perdoa, é um coração não perdoado"
Mateus 18.23-35
Rev. Reinaldo Burgos Jr.
Para você que não pode ir a Igreja ou gostaria de reviver o momento da pregação, estamos disponibilizando em fase experimental a pregação dos pastores da nossa igreja. Abaixo segue o link para você baixar o arquivo em formato MP3 para você escutar no carro, no ônibus no seu MP3 Player ou escutar em casa mesmo. Se você deseja adquirir o CD com esta pregação, mande um email para \n
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Áudio da Pregação do Pr. Reinaldo Burgos Jr. Formato: MP3 Tamanho : 47MB Tempo Aproximado: : 50 min Se desejar acompanhar com o esboço da pregação, clique no link abaixo.
O valor dessa parábola é reconhecido por muitos, e nela ele registra a ilustração do perdão. Contendas entre irmãos é algo grave e pode facilmente transformar-se em “ofensa” que leva a pessoa a tropeçar e a impede de progredir no caminho da santidade. Tanto o que comete o erro, como o que o sofre devem acabar com a contenda. Nesta parábola aquele que foi perdoado não perdoou seu semelhante e isso trouxe serias conseqüências:
1. Porque não leva em conta o juízo. (v. 23,34) – O Senhor, ao saber da atitude violenta e ingrata daquele seu servo que fora perdoado, ficou encolerizado e entregou-o aos verdugos até que saldasse a sua dívida. Ex: Tg 2:13; . 2 Pe 3:7; Sl 1:5.
2. Porque não leva em conta o que devia (v.24-25) – Para o “servo malvado”, a sua dívida de dez mil talentos era uma soma enorme e inatingível, pois dificilmente em toda a sua vida de trabalho, a sua renda total até a morte somaria mil talentos. O que o Senhor Jesus ilustrou através desse exemplo é que nós nunca conseguiríamos pagar essa dívida. Ex: Rom 10-12; 3:23.
3. Porque não leva em conta a misericórdia (v.26-27) – Nosso Rei nos dá aqui uma maravilhosa visão da misericórdia e compaixão do coração divino. Apesar da nossa grande dívida o Senhor nos perdoou e espera que façamos o mesmo. Ex: Jô 1:29; At 7:60; Rm 5:8; Ef 4:32; Mt 6:12;
Perdoamos como temos sidos perdoados? Como ficaríamos se Deus nos tratasse, com relação ao nosso débito para com ele, da mesma maneira que tratamos os nossos devedores? Temos de nos comportar em relação às outras pessoas como Deus procede em relação a nós. Rev. Reinaldo Burgos Jr.
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